Qual banco tem menor taxa de juros para empréstimo?

Nenhum banco isolado tem sempre a menos taxa de juros. Em agosto de 2026, o empréstimo pessoal mais barato entre os grandes bancos é o do Banco do Brasil, a 7,05% ao mês, segundo o Procon-SP, enquanto a média está em 8,23% ao mês.

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Mas, entre as modalidades comparadas, algumas das menores taxas estão no crédito com garantia, oferecido por plataformas especializadas como a Creditas, a exemplo do empréstimo com garantia de imóvel, a partir de 1,09% ao mês + IPCA. A pergunta certa não é “qual banco”, e sim “qual modalidade”.

Comparativo de taxas de juros por modalidade

Veja o comparativo por modalidade, com dados de agosto de 2026:

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  • Empréstimo com garantia de imóvel (Creditas): a partir de 1,09% ao mês + IPCA.

  • Empréstimo com garantia de veículo (Creditas): a partir de 1,49% ao mês.

  • Consignado privado (Creditas): a partir de 1,29% ao mês.

  • Consignado público: 2,2% ao mês.

  • Consignado INSS: 1,8% ao mês.

  • Consignado privado (média de mercado): 3,4% ao mês.

  • Cheque especial: 8% ao mês.

  • Empréstimo pessoal: 8,23% ao mês.

  • Rotativo do cartão de crédito: 14,2% ao mês.

(Fonte: Procon e Banco Central. As taxas fornecidas diretamente pela Creditas são válidas em agosto de 2026).

Qual a menor taxa de juros para empréstimo pessoal?

O Banco do Brasil tem a menor taxa entre as instituições tradicionais, em 7,20% ao mês. As demais variam entre 7,25% (Banco Safra) e 9,99% (Santander), com média de mercado em 8,23% ao mês.

Confira as taxas máximas por instituição para pessoa física (prazo de contrato de 12 meses, independentemente do canal):

  • Banco Safra: 7,25% ao mês.

  • Banco do Brasil: 7,20% ao mês.

  • Bradesco: 7,47% ao mês.

  • Caixa Econômica Federal: 8% ao mês.

  • Itaú: 9,49% ao mês.

  • Banco Santander: 9,99% ao mês.

(Fonte: Procon-SP).

Mesmo a menor taxa entre os bancos pesquisados pelo Procon-SP fica significativamente acima da taxa inicial do empréstimo com garantia de imóvel da Creditas, de 1,09% ao mês + IPCA. Quem tem um imóvel ou veículo elegível para oferecer como garantia pode encontrar taxas menores, dependendo da análise e das condições da operação.

Qual a menor taxa de juros para consignado privado?

Entre os bancos tradicionais, o Santander tem a menor taxa, 2,4% ao mês. Mas nenhum chega próximo às condições de juros da Creditas, que oferece consignado privado a partir de 1,29% ao mês. A média de mercado, segundo o Banco Central, é 3,4% ao mês em julho de 2026.

Veja o panorama por instituição:

  • Creditas: a partir de 1,29% ao mês.

  • Santander: 2,4% ao mês.

  • Caixa Econômica Federal: 3% ao mês.

  • Banco do Brasil: 3,1% ao mês.

  • Bradesco: 3,3% ao mês.

  • Itaú Unibanco: 3,5% ao mês.

(Fonte: Banco Central, agosto/2026).

O empréstimo consignado privado é uma modalidade voltada para trabalhadores com carteira assinada (CLT), com parcelas descontadas direto da folha de pagamento. Mesmo aqui, onde os juros já são mais baixos que o empréstimo pessoal, a taxa inicial divulgada pela Creditas fica abaixo das taxas apresentadas pelos bancos comparados.

Qual a menor taxa de juros para consignado público e INSS?

Nessas duas modalidades, a Creditas não atua. Elas são exclusivas de servidores públicos, militares, pensionistas e beneficiários do INSS, com desconto direto em folha ou benefício.

Consignado Público:

  • Itaú Unibanco: 1,7% ao mês.

  • Caixa Econômica Federal: 1,7% ao mês.

  • Bradesco: 1,7% ao mês.

  • Banco do Brasil: 1,8% ao mês.

  • Santander: 1,8% ao mês.

(Fonte: Banco Central, agosto/2026).

Consignado INSS:

  • Caixa Econômica Federal: 1,8% ao mês.

  • Itaú Unibanco: 1,8% ao mês.

  • Banco do Brasil: 1,8% ao mês.

  • Bradesco: 1,8% ao mês.

  • Santander: 1,8% ao mês.

(Fonte: Banco Central, agosto/2026).

No consignado INSS, as taxas dos grandes bancos ficam em torno de 1,8% ao mês, considerando o arredondamento dos dados do Banco Central. A atuação da Creditas com garantia é em imóvel, veículo e consignado privado, onde a taxa também é mais competitiva que a do mercado.

Como conseguir a menor taxa de juros?

O crédito com garantia tende a ter taxas menores que o empréstimo pessoal, podendo ser de 6 a 7 vezes menor, dependendo da modalidade e das condições da operação.

A alavanca mais forte para reduzir a taxa é oferecer uma garantia. Veja essa e outras dicas práticas para conquistar um empréstimo com juros mais baixos:

  • Ofereça garantias: veículo ou imóvel podem reduzir o risco da operação e, com isso, a taxa de juros. Compare as opções de crédito com garantia disponíveis antes de contratar.

  • Pesquise os bancos: explore ofertas de bancos tradicionais, cooperativas de crédito e instituições online.

  • Compare taxas entre instituições: elas variam pelo valor do empréstimo, pelo prazo de pagamento e pela sua situação financeira.

  • Cuide do seu score: um bom histórico de crédito abre portas para taxas mais baixas. Corrija pendências antes de solicitar o empréstimo, se possível.

  • Negocie as condições: explicar sua situação financeira e comprovar capacidade de pagamento pode reduzir a taxa oferecida.

  • Avalie as condições gerais: além da taxa, olhe tarifas, prazos e penalidades. Uma taxa aparentemente baixa pode vir com custos escondidos, como prazos mais curtos ou seguros adicionais.

Empréstimo não é só taxa de juros: entenda o CET

O Custo Efetivo Total (CET) reúne os juros e os demais encargos e despesas incidentes na operação, como tarifas, tributos (IOF) e seguros, quando aplicáveis. Ao comparar propostas, olhe sempre o CET: é ele que mostra o custo real do crédito, não só a taxa anunciada.

Boas práticas financeiras recomendadas:

  • Faça um orçamento mensal;

  • Monte uma reserva de emergência;

  • Evite usar o cartão de crédito excessivamente;

  • Planeje compras e evite parcelamentos desnecessários;

  • Pesquise antes de contratar qualquer empréstimo;

  • Busque aprender sobre finanças pessoais.

O que define as taxas de juros e por que fintechs cobram menos?

A taxa de juros de um empréstimo reflete o risco de inadimplência, o valor e o prazo da operação, o custo de aquisição do cliente e a taxa de retorno exigida pelos investidores. Dois fatores pesam mais na conta: a taxa Selic, taxa básica que baliza o custo de captação dos bancos, e regulamentações públicas, como o teto de juros do consignado INSS.

Fintechs e plataformas especializadas costumam operar com custo operacional mais baixo, o que explica taxas mais competitivas em algumas modalidades. Isso não significa que sempre terão o menor juro, tornando a comparação caso a caso essencial.

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